terça-feira, 21 de junho de 2011

Prefeitura lança VII Maspp

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Maspp

A Mostra de Artes do Servidor Público de Parauapebas nasceu de uma das prioridades do governo cidadão, acreditando que por meio da arte acontece o encontro, a integração e transformação do ser humano e da sociedade. A 7ª edição da Maspp com o tema “Raízes Sertanejas”, pretende despertar em cada participante a sensibilidade, às vezes adormecida e o prazer de viver momentos inesquecíveis compartilhados com os colegas de trabalho e com a comunidade em que vive.

Entre as atividades desenvolvidas estão os cursos de teatro, dança, contador de história, artes plásticas, gastronomia, biscuit, artesanato em E.V.A, pintura, artes em madeira, fuxico, bordado e música.

Esses cursos serão ministrados em forma de oficinas no período de agosto a outubro de 2011, tendo como culminância a apresentação e exposição das produções nos dias 27 e 28/10/2011.

Os servidores podem realizar sua inscrição na recepção da CTRH, localizado no Centro Administrativo, Morro dos Ventos, quadra especial, S/N ou com os representantes do Comitê Gestor de cada Secretaria Municipal.

PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA

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PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA TERÁ, PELA PRIMEIRA VEZ,

VERSÃO ITINERANTE QUE PERCORRERÁ SEIS CIDADES BRASILEIRAS

Além da cerimônia que acontece no dia 06 de julho, no Municipal carioca, o Prêmio itinerante terá show em homenagem a Noel Rosa com Lenine, Sandra de Sá, Zélia Duncan e Arlindo Cruz, e a participação de um artista local. A apresentação será de Murilo Rosa

A 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira, que pelo segundo ano consecutivo conta com o patrocínio da Vale, ganhará, pela primeira vez, uma versão itinerante. O evento percorrerá seis cidades brasileiras. José Maurício Machline idealizou um novo formato, que permite ao Prêmio viajar pelo Brasil. Além da cerimônia que acontece no dia 06 de julho, no Theatro Municipal do Rio, será realizado um show em homenagem a Noel Rosa, com a participação de Lenine, Sandra de Sá, Zélia Duncan e Arlindo Cruz, além de um artista local, com apresentação de Murilo Rosa. A turnê começará no dia 13 de julho em São Luís, passando por Parauapebas (15/07), Belém (18/07), São Paulo (21/07), Vitória (24/07), encerrando em Belo Horizonte, no dia 27 de julho.

A cerimônia no Municipal terá apresentação de Debora Bloch e Regina Casé e 11 números musicais, com a participação de nomes como Marisa Monte, Nana Caymmi e Dori Caymmi, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda, Zélia Duncan e Tulipa Ruiz e Ivete Sangalo, entre outros. Para a versão itinerante, José Maurício Machline criou um novo roteiro e convidou quatro artistas para percorrerem o país. “É uma grande alegria poder viajar pelo Brasil afora. A parceria com a Vale foi fundamental para implementarmos esse projeto. O Prêmio contempla toda a produção musical brasileira, nada mais justo que chegue a outros lugares do país.”

Murilo Rosa fará um apanhado dos melhores momentos da cerimônia do Municipal e contará a história de Noel Rosa, grande homenageado desta edição do Prêmio da Música Brasileira. “Seria impossível viajar com todo o elenco do Municipal, então montamos um show novo, que passeará pelo rico repertório do Noel. Este foi, aliás, o ano mais difícil para montar o repertório, porque ele só compôs músicas boas, várias delas obras-primas, é um fenômeno”, exalta Machline.

O roteiro prevê uma série de números solos, além de duetos. Zélia Duncan cantará clássicos como ‘Feitiço da Vila’ e ‘Último Desejo’. Já Lenine passeará por ‘Feitio de Oração’ e ‘O Orvalho vem caindo, entre outras. Sandra de Sá interpretará pérolas como ‘As Pastorinhas’ e ‘Três apitos’ e Arlindo Cruz, ‘Com que roupa?’ e ‘Conversa de botequim’. Em cada ponto da turnê, um artista local foi convidado para cantar ‘Palpite Infeliz’. Em São Luís, a participação será de Flávia Bittencourt e Nosly; em Belém, Lucinnha Bastos; em São Paulo, Marcelo Jeneci; em Vitória, Tamy; e, em Belo Horizonte, Vander Lee.

A direção musical da Cerimônia do Municipal e da versão itinerante do Prêmio é do pianista João Carlos Coutinho, que viajará pela turnê acompanhado por Jurim Moreira, Zé Canuto, Rômulo Gomes, Marcio Malard, Marçalzinho e Lulu Galvão.

Criado em 1988, o prêmio de maior prestígio da música brasileira tem como finalidade resgatar e celebrar grandes nomes do cenário nacional, além de avalizar carreiras de artistas iniciantes ou com expressão de alcance regional. O Prêmio da Música Brasileira vem, há 23 anos, valorizando a nossa música no que ela tem de melhor: a sua capacidade de se reinventar e manter o nível de excelência que a fez reconhecida mundialmente. O Prêmio enaltece o esforço e o talento dos cantores, músicos, arranjadores e produtores do Brasil e reúne, no mesmo dia e no mesmo palco, as mais variadas manifestações musicais do país.

Prêmio da Música Brasileira 2011

Versão Itinerante

Apresentação: Murilo Rosa

Direção e roteiro: José Maurício Machline

Com Arlindo Cruz, Lenine, Sandra de Sá e Zélia Duncan

Dia 13 de julho (quarta)

São Luís (MA)

Teatro Arthur Azevedo

Participação especial:: Flávia Bittencourt e Nosly

Dia 15 de julho (sexta)

Parauapebas (PA)

Cine Teatro Carajás

Dia 18 de julho (segunda)

Belém (PA)

Teatro Maria Sylvia Nunes

Participação especial:: Lucinnha Bastos

Dia 21 de julho (quinta)

São Paulo (SP)

Citibank Hall

Participação especial:: Marcelo Jeneci

Dia 24 de julho (domingo)

Vitória (ES)

Teatro da UFES

Participação especial: Tamy

Dia 27 de julho (quarta)

Belo Horizonte (MG)

Teatro SESI Minas

Participação especial: Vander Lee

Assessoria de Imprensa

Uns Comunicação

Luz Câmara e Ação

SEU DIDICO - Paraense Velho Macho

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Em um período que se discute a divisão do Estado do Pará, o cineclube exibe (quarta 22/06) o documentário de Chico Carneiro, SEU DIDICO – PARAENSE VELHO MACHO, que mostra a saga de um herói brasileiro vivente dos rios da Amazônia paraense. Entre a rotina desse paraense velho macho nos rios que são suas ruas, o filme passeia por uma região até então desconhecida por muitos paraenses que moram no sul-sudeste do estado, onde o meio de transporte mais utilizado são as embarcações.
Entre outras, o documentário trás uma grande reflexão sobre as enormes fronteiras que existem nesse estado/país chamado PARÁ.
Conhecimento nos faz refletir sobre nossos conceitos para nos livrar dos pré-conceitos.

VENHA CONHECER ESSA HISTÓRIA!

SEU DIDICO – PARAENSE VELHO MACHO

Direção: Chico Carneiro
Doc – 65 Min – Classificação: Livre
Sinopse: Seu Didico, 74 anos de idade, casado, 09 filhos (“Todos vivos, graças a Deus!”) esbanja jovialidade, alegria, picardia e robustez, enquanto transporta no velho barco “Samaria” a madeira com que – honestamente – ganha a vida. Ao navegar por outros brasis, este documentário também registra a imparável destruição da floresta amazônica.
Serviço
Onde: Câmara Municipal de Parauapebas
Horário: a partir das 19h
Realização: Labirinto Cinema Clube
Parceria: Câmara Municipal de Vereadores e ABCOM
Entrada Gratuita

www.labirintocinemaclube.com.br

"Nem sempre o cinema diverte, às vezes adverte. Assista documentários"

Perfil da população

Perfil da população extremamente pobre  estimada em 16 milhões de habitantes

• 59% estão concentrados na Região Nordeste - 9,6 milhões de pessoas;

Do total de brasileiros residentes no campo, um em cada quatro se encontra em extrema pobreza (25,5%); ou 4,1 milhões de pessoas.

• 51% tem até 19 anos de idade;

• 40% tem até 14 anos de idade;

• 53% dos domicílios não estão ligados à rede geral de esgoto pluvial ou fossa séptica;

• 48% dos domicílios rurais em extrema pobreza não estão ligados à rede geral de distribuição de água e não têm poço ou nascente na propriedade;

• 71% são negros (pretos e pardos);

• 26% são analfabetos (15 anos ou mais).=4 milhões de pessoas.

Brasil.gov

Devastação ambiental e trabalho escravo na produção de Aço

Pesquisa do Observatório Social, a ser lançada no dia 22 de junho, revelará as fraudes de uma das mais importantes cadeias produtivas do Brasil


Inédita e exclusiva, a pesquisa do Observatório Social, coordenada pelo jornalista Marques Casara, revela dados vergonhosos na produção do Aço no Brasil.

A pesquisa começou em Nova Ipixuna (PA). Lá, no dia 24 de maio, foram assassinados José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, que denunciavam a devastação da floresta para produzir carvão e madeira.

Em algumas siderúrgicas do polo de Carajás, grandes exportadoras de ferro gusa usam carvão do desmatamento e do trabalho escravo nos processos produtivos. A prática contamina toda a cadeia produtiva do aço e chega a montadoras de veículos, fabricantes de eletrodomésticos, de aviões e de computadores.

A pesquisa detalha como operam grupos criminosos do qual fazem parte empresá
Pesquisa do Observatório Social, a ser lançada no dia 22 de junho, revelará as fraudes de uma das mais importantes cadeias produtivas do Brasil


Inédita e exclusiva, a pesquisa do Observatório Social, coordenada pelo jornalista Marques Casara, revela dados vergonhosos na produção do Aço no Brasil.

A pesquisa começou em Nova Ipixuna (PA). Lá, no dia 24 de maio, foram assassinados José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, que denunciavam a devastação da floresta para produzir carvão e madeira.

Em algumas siderúrgicas do polo de Carajás, grandes exportadoras de ferro gusa usam carvão do desmatamento e do trabalho escravo nos processos produtivos. A prática contamina toda a cadeia produtiva do aço e chega a montadoras de veículos, fabricantes de eletrodomésticos, de aviões e de computadores.

A pesquisa detalha como operam grupos criminosos do qual fazem parte empresários, políticos e servidores do governo do Pará.

Em seu trabalho, Casara mostra que em algumas siderúrgicas, o uso do carvão ilegal sustenta mais da metade de toda a produção. Essa conclusão foi possível após a obtenção de dados referentes à produção anual de cada siderúrgica em 2010. Essas informações eram mantidas em sigilo para evitar o cruzamento de dados e a obtenção do índice de ilegalidade.

A fraude acontece por meio da compra de carvão esquentado por mecanismos de fraude diretamente ligados à corrupção nos órgãos de fiscalização. Grandes siderúrgicas exportadoras estão envolvidas, como Cosipar, Sidepar, Margusa e Gusa Nordeste.

A pesquisa revela ainda diversos casos nos quais o carvão é entregue sem documento ou com o uso de documentos forjados e como governos municipais e o governo estadual é conivente com crimes ambientais e trabalhistas, muitas vezes usando aparatos de Estado para acobertar ações criminosas que tem o objetivo de devastar áreas de preservação ambiental e terras indígenas.

Outro ponto de destaque no estudo é o passo a passo de como operam grandes complexos carboníferos usados para lavar carvão ilegal para as siderúrgicas. É o caso, por exemplo, da Indústria de Carvão Vegetal Boa Esperança, que controla 96 fornos no município da Jacundá (PA). Em março de 2011 a empresa declarava ter, no pátio, 325 MDC de carvão. A contagem forno e forno, realizada por fiscais do IBAMA, mostrou que a empresa, de fato, só tinha 113 MDC de carvão. A diferença entre 113 e 325 (212) é usado para lavar carvão proveniente de carvoarias clandestinas, que retira a madeira de áreas de preservação e usa trabalhadores em condições degradantes.

A lavagem é feita da seguinte forma: o carvão produzido em outro local usa o crédito da carvoaria legalizada para esquentar o produto e dar a ele uma aparência legal. Somente na Boa Esperança, 66% do carvão declarado pela empresa não está, de fato, no pátio. Com isso, a empresa pode vender 66% dos seus créditos de carvão. Assim, o carvão chega à siderúrgica como sendo da Boa Esperança, mas de fato veio de carvoarias ilegais. É o esquema básico de lavagem ou esquentamento e que só pode funcionar quando há conivência dos órgãos de fiscalização estaduais e municipais.

A Boa Esperança faz parte de uma rede de ilegalidade na região de Jacundá. Seu proprietário opera com cerca de 15 CNPJs e usa essas empresas para lavar o carvão entregue para as siderúrgicas de ferro gusa. Boa parte desse carvão é fornecido por um das mais colossais estruturas de ilegalidade existentes na Amazônia Brasileira (foto abaixo): 500 fornos que operam na clandestinidade, na periferia da cidade, a cerca de 10 quilômetros da prefeitura e que nos dias quentes mantém a pequena cidade sob um manto de fumaça proveniente dos fornos. Fumaça de carvão ilegal que todos veem, todos sentem e todos sabem onde fica.

Outro ponto que será desvendado pela pesquisa será o uso de créditos de madeira concedidos a assentamentos rurais direcionados a agricultura familiar. Novamente, os créditos de madeira são vendidos para as carvoarias. Um dos esquemas está em operação em Tucuruí. A madeira nunca sai do assentamento, mas por uma triangulação envolvendo madeireiras, empresas agropecuária e carvoarias, os créditos também são usados para esquentar carvão para o setor siderúrgico.

Nem as tradicionais quebradeiras de coco de babaçu estão livres de serem usadas pelo esquema. Como a casca do coco de babaçu não precisa de guia florestal para ser transportada até as carvoarias, as siderúrgicas supervalorizam a quantidade de carvão produzida a partir dessa matéria prima. Os pesquisadores estiveram nos locais onde as quebradeiras de coco trabalham e elas confirmam o problema, que também está sendo investigado pelo Ibama no Maranhão e no Pará.

O mesmo problema acontece com o eucalipto: também não precisa de guia florestal, de modo que as siderúrgicas maquiam boa parte da ilegalidade usando como fachada a produção de eucalipto. “As empresas precisam mostrar onde está todo esse eucalipto, pois de fato ele não existe”, dizem os agentes do Ibama responsáveis pela fiscalização no Pará e no Maranhão. (Informações da ascom/OS)
rios, políticos e servidores do governo do Pará.

Em seu trabalho, Casara mostra que em algumas siderúrgicas, o uso do carvão ilegal sustenta mais da metade de toda a produção. Essa conclusão foi possível após a obtenção de dados referentes à produção anual de cada siderúrgica em 2010. Essas informações eram mantidas em sigilo para evitar o cruzamento de dados e a obtenção do índice de ilegalidade.

A fraude acontece por meio da compra de carvão esquentado por mecanismos de fraude diretamente ligados à corrupção nos órgãos de fiscalização. Grandes siderúrgicas exportadoras estão envolvidas, como Cosipar, Sidepar, Margusa e Gusa Nordeste.

A pesquisa revela ainda diversos casos nos quais o carvão é entregue sem documento ou com o uso de documentos forjados e como governos municipais e o governo estadual é conivente com crimes ambientais e trabalhistas, muitas vezes usando aparatos de Estado para acobertar ações criminosas que tem o objetivo de devastar áreas de preservação ambiental e terras indígenas.

Outro ponto de destaque no estudo é o passo a passo de como operam grandes complexos carboníferos usados para lavar carvão ilegal para as siderúrgicas. É o caso, por exemplo, da Indústria de Carvão Vegetal Boa Esperança, que controla 96 fornos no município da Jacundá (PA). Em março de 2011 a empresa declarava ter, no pátio, 325 MDC de carvão. A contagem forno e forno, realizada por fiscais do IBAMA, mostrou que a empresa, de fato, só tinha 113 MDC de carvão. A diferença entre 113 e 325 (212) é usado para lavar carvão proveniente de carvoarias clandestinas, que retira a madeira de áreas de preservação e usa trabalhadores em condições degradantes.

A lavagem é feita da seguinte forma: o carvão produzido em outro local usa o crédito da carvoaria legalizada para esquentar o produto e dar a ele uma aparência legal. Somente na Boa Esperança, 66% do carvão declarado pela empresa não está, de fato, no pátio. Com isso, a empresa pode vender 66% dos seus créditos de carvão. Assim, o carvão chega à siderúrgica como sendo da Boa Esperança, mas de fato veio de carvoarias ilegais. É o esquema básico de lavagem ou esquentamento e que só pode funcionar quando há conivência dos órgãos de fiscalização estaduais e municipais.

A Boa Esperança faz parte de uma rede de ilegalidade na região de Jacundá. Seu proprietário opera com cerca de 15 CNPJs e usa essas empresas para lavar o carvão entregue para as siderúrgicas de ferro gusa. Boa parte desse carvão é fornecido por um das mais colossais estruturas de ilegalidade existentes na Amazônia Brasileira (foto abaixo): 500 fornos que operam na clandestinidade, na periferia da cidade, a cerca de 10 quilômetros da prefeitura e que nos dias quentes mantém a pequena cidade sob um manto de fumaça proveniente dos fornos. Fumaça de carvão ilegal que todos veem, todos sentem e todos sabem onde fica.

Outro ponto que será desvendado pela pesquisa será o uso de créditos de madeira concedidos a assentamentos rurais direcionados a agricultura familiar. Novamente, os créditos de madeira são vendidos para as carvoarias. Um dos esquemas está em operação em Tucuruí. A madeira nunca sai do assentamento, mas por uma triangulação envolvendo madeireiras, empresas agropecuária e carvoarias, os créditos também são usados para esquentar carvão para o setor siderúrgico.

Nem as tradicionais quebradeiras de coco de babaçu estão livres de serem usadas pelo esquema. Como a casca do coco de babaçu não precisa de guia florestal para ser transportada até as carvoarias, as siderúrgicas supervalorizam a quantidade de carvão produzida a partir dessa matéria prima. Os pesquisadores estiveram nos locais onde as quebradeiras de coco trabalham e elas confirmam o problema, que também está sendo investigado pelo Ibama no Maranhão e no Pará.

O mesmo problema acontece com o eucalipto: também não precisa de guia florestal, de modo que as siderúrgicas maquiam boa parte da ilegalidade usando como fachada a produção de eucalipto. “As empresas precisam mostrar onde está todo esse eucalipto, pois de fato ele não existe”, dizem os agentes do Ibama responsáveis pela fiscalização no Pará e no Maranhão. (Informações da ascom/OS)